CONSTIPAÇÃO INTESTINAL: MUITO ALÉM DE “IR AO BANHEIRO POUCAS VEZES” – PARTE 1

 

A constipação intestinal é uma das queixas gastrointestinais mais frequentes na prática clínica, afetando aproximadamente 10% a 20% da população adulta mundial, com maior prevalência entre mulheres, idosos e indivíduos fisicamente inativos (Black & Ford, 2018).

Embora frequentemente seja entendida apenas como a diminuição do número de evacuações, a constipação representa uma condição muito mais complexa. Ela pode envolver esforço excessivo para evacuar, fezes endurecidas, sensação de evacuação incompleta, necessidade de manobras auxiliares e importante impacto na qualidade de vida.

Nas últimas décadas, o conhecimento científico sobre a constipação avançou significativamente. Evidências crescentes sugerem que fatores relacionados ao estilo de vida, alimentação, microbiota intestinal, hidratação, atividade física, qualidade do sono e organização do ritmo circadiano influenciam a função intestinal e podem contribuir para o desenvolvimento ou perpetuação da constipação em parte dos indivíduos.

Além do desconforto cotidiano, a constipação pode associar-se a complicações locais, aumento da utilização dos serviços de saúde e piora da qualidade de vida, especialmente quando se torna crônica.


Aviso Importante

As informações apresentadas neste artigo possuem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Elas não substituem consulta médica, diagnóstico individualizado ou acompanhamento profissional.

A constipação intestinal pode resultar de múltiplas condições clínicas, incluindo doenças gastrointestinais, endocrinológicas, neurológicas, metabólicas e efeitos adversos de medicamentos. Por esse motivo, sintomas persistentes ou recorrentes devem ser avaliados por um profissional de saúde.

O uso inadequado de laxantes, fitoterápicos ou suplementos pode provocar efeitos adversos, mascarar doenças subjacentes e retardar diagnósticos importantes.

Procure avaliação médica especialmente se a constipação estiver associada a:

  • sangue nas fezes;
  • anemia;
  • perda de peso involuntária;
  • dor abdominal progressiva;
  • vômitos persistentes;
  • início recente dos sintomas após os 50 anos;
  • histórico familiar de câncer colorretal;
  • histórico familiar de doença inflamatória intestinal;
  • mudança persistente do hábito intestinal.

O que é constipação intestinal?

Não existe uma definição única baseada exclusivamente na frequência evacuatória.

Embora evacuar menos de três vezes por semana seja um dos critérios tradicionalmente utilizados, muitas pessoas evacuam diariamente e ainda assim apresentam sintomas compatíveis com constipação.

Segundo os Critérios de Roma IV (Drossman et al., 2016), o diagnóstico de constipação funcional pode ser estabelecido quando o indivíduo apresenta pelo menos dois dos seguintes sintomas em mais de 25% das evacuações:

  • esforço evacuatório;
  • fezes endurecidas ou fragmentadas;
  • sensação de evacuação incompleta;
  • sensação de bloqueio ou obstrução anorretal;
  • necessidade de manobras digitais;
  • menos de três evacuações espontâneas por semana.

Essa definição reflete melhor a experiência real dos pacientes do que a simples contagem de evacuações.


A importância da consistência das fezes

A consistência das fezes frequentemente fornece informações mais úteis do que a frequência evacuatória isolada.

A Escala de Bristol, proposta por Lewis e Heaton (1997), classifica as fezes em sete categorias.

Padrões mais associados à constipação

Tipo 1

Pequenos fragmentos endurecidos, semelhantes a bolinhas.

Tipo 2

Fezes em formato de salsicha, porém endurecidas e grumosas.

Esses padrões geralmente refletem trânsito intestinal mais lento e maior reabsorção de água no cólon.

Por outro lado, os tipos 3 e 4 costumam representar o padrão considerado mais fisiológico.


Como o estilo de vida influencia o intestino?

1. Hidratação

A água participa diretamente da formação e hidratação do bolo fecal.

Quando a ingestão hídrica é insuficiente, o organismo tende a aumentar a reabsorção de líquidos no intestino grosso, favorecendo o endurecimento das fezes.

É importante destacar que aumentar a ingestão de água nem sempre resolve a constipação crônica em indivíduos já adequadamente hidratados. Entretanto, a desidratação pode agravar significativamente o problema.

Estudos observacionais mostram associação entre baixa ingestão de líquidos e maior prevalência de constipação (Markland et al., 2013).


2. Dieta pobre em fibras

As fibras alimentares exercem múltiplos efeitos benéficos sobre o funcionamento intestinal.

Elas:

  • aumentam o volume fecal;
  • favorecem a retenção de água nas fezes;
  • estimulam mecanicamente a motilidade intestinal;
  • servem como substrato para a microbiota intestinal.

A alimentação ocidental moderna, frequentemente rica em alimentos ultraprocessados e pobre em vegetais, frutas e leguminosas, está associada a menor ingestão de fibras e maior prevalência de constipação (Makki et al., 2018).

Fontes importantes incluem:

  • frutas;
  • verduras;
  • legumes;
  • feijões;
  • lentilhas;
  • sementes;
  • cereais integrais.

 

3. Sedentarismo

A atividade física parece exercer efeito favorável sobre a motilidade gastrointestinal.

Estudos clínicos e observacionais sugerem que indivíduos fisicamente ativos apresentam menor prevalência de constipação e melhor trânsito intestinal quando comparados aos sedentários (De Schryver et al., 2005).

Embora o exercício não seja uma solução universal, ele constitui uma das intervenções não farmacológicas mais recomendadas pelas diretrizes atuais.


4. Ignorar o reflexo evacuatório

O desejo de evacuar resulta de reflexos fisiológicos complexos.

Adiar repetidamente a evacuação por motivos profissionais, sociais ou comportamentais pode contribuir para redução progressiva da sensibilidade retal e piora dos sintomas ao longo do tempo.

Por essa razão, recomenda-se respeitar o reflexo evacuatório sempre que possível.


5. Sono e ritmo circadiano

O trato gastrointestinal possui mecanismos regulatórios que acompanham o ciclo sono-vigília.

A motilidade intestinal tende a aumentar após o despertar e após as refeições, especialmente devido ao reflexo gastrocólico.

Estudos experimentais sugerem que alterações do ritmo circadiano podem influenciar a microbiota intestinal, a motilidade gastrointestinal e a função metabólica (Voigt et al., 2016).

Embora a relação causal ainda esteja sendo investigada, indivíduos submetidos a privação crônica de sono ou trabalho em turnos apresentam maior frequência de queixas gastrointestinais, incluindo constipação.


Constipação e microbiota intestinal

Uma das áreas mais ativas da gastroenterologia contemporânea é o estudo da microbiota intestinal.

Diversos estudos demonstraram diferenças na composição microbiana entre indivíduos com constipação crônica e indivíduos sem sintomas (Ohkusa et al., 2019).

Entre os mecanismos potencialmente envolvidos destacam-se:

  • alterações na fermentação das fibras;
  • redução da produção de ácidos graxos de cadeia curta;
  • modulação da motilidade intestinal;
  • alterações na comunicação entre intestino e sistema nervoso central.

O butirato, um ácido graxo produzido pela fermentação bacteriana das fibras, parece exercer papel relevante na fisiologia colônica.

Apesar dos avanços recentes, ainda não existe uma assinatura microbiológica única capaz de explicar todos os casos de constipação, o que reforça o caráter multifatorial da doença.

CONTINUA NA PARTE 2

FITOTERAPIA – TEM BASE CIENTÍFICA? É REGULAMENTADA?

 

Dr. Alisson Lima

Médico da equipe Lapinha, pós-graduado em Fitoterapia e Nutrologia.

 

 

Os fitoterápicos podem ser vantajosos desde que entendidos como complementares, não como substitutos, e utilizados dentro de um contexto clínico responsável. Vale também salientar que cerca de 30% dos medicamentos utilizados hoje em dia são originados, direta ou indiretamente, de plantas.

 

A fitoterapia consiste no uso de plantas medicinais e seus derivados para fins terapêuticos — seja na prevenção, alívio ou tratamento de enfermidades — em suas diversas formas farmacêuticas, como extratos, tinturas e chás. No Brasil é oficialmente reconhecida como uma das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) pelo Ministério da Saúde, desde 2006 (Portaria nº 971/2006, depois ampliada pela Portaria nº 849/2017), estando em uso em mais de 900 municípios pelo SUS[1].

Cerca de 30% dos medicamentos utilizados hoje em dia são originados, direta ou indiretamente, de plantas[2,3]. Nesse sentido, a Fitoterapia é um método de tratamento caracterizado pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes apresentações farmacêuticas, em vez da utilização de substâncias ativas isoladas[4]. Ou seja, os diversos compostos presentes nas plantas compõem os medicamentos fitoterápicos, sendo obtidos exclusivamente de matérias-primas vegetais que tenham sua segurança e eficácia baseadas em evidências clínicas e que sejam caracterizados pela constância de sua qualidade[5,6].

A história da fitoterapia é também a história da medicina moderna que, desde o seu surgimento, na metade do século XIX, definiu-se como cientificamente orientada.

O conceito de fitoterapia foi introduzido no meio científico pelo médico francês Henri Leclerc (1870-1955), que vivia e clinicava em Paris. Ele fez inúmeras descrições do uso de plantas medicinais, em grande parte publicadas na influente revista médica francesa “La Presse Médicale”.  Leclerc resumiu sua experiência no manual “Précis de Phytothérapie”.

A maioria dos estudiosos da fitoterapia moderna entendem-na como parte da medicina cientificamente orientada. Sua exigência de aplicar aos fitoterápicos os mesmos métodos científicos que aos medicamentos sintéticos, e o fato de classificarem a fitoterapia como uma parte integrante da farmacoterapia moderna, merece ser apoiada[7].

 

  1. Conhecimento popular x ciência moderna

Do ponto de vista cultural, o uso de plantas medicinais faz parte de práticas ancestrais, repassadas de geração em geração. No entanto, a fitoterapia moderna busca integrar esse conhecimento popular a critérios científicos rigorosos. No SUS, essa integração se dá por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), que destaca que as terapias baseadas em fitoterapia devem ser complementares, não substitutas da medicina alopática, e aplicadas por profissionais capacitados e com produtos que atendam a padrões de qualidade, segurança e eficácia[8].

 

Regulação e qualificação científica

  • Os medicamentos fitoterápicos (MF) passam por regulamentação específica (RDC Anvisa) e exigem comprovação de eficácia e segurança por meio de estudos clínicos ou etnofarmacológicos rigorosos. Já os produtos tradicionais fitoterápicos (PTF) baseiam-se principalmente no uso prolongado e na tradição popular[9].
  • A pesquisa científica evoluiu nos últimos anos, com diversos estudos clínicos envolvendo plantas como Passiflora incarnata (maracujá), Valeriana officinalis e Hypericum perforatum, principalmente para transtornos como ansiedade e insônia leve ou moderada[10].
  • Contudo, a literatura científica destaca que o nível de evidência varia muito. Revisões sistemáticas exigem ensaios clínicos controlados, randomizados, cegos e com amostra adequada — ainda escassos para muitos fitoterápicos[11].
  1. Não se deve substituir medicamentos consolidados sem critério clínico

É fundamental destacar que não se deve substituir um tratamento farmacológico convencional por um fitoterápico sem base clínica consistente. Alguns dos principais riscos incluem:

  • Interações medicamentosas e toxicidade: certos fitoterápicos podem interagir com fármacos sintéticos ou resultar em efeitos adversos, incluindo, desde efeitos sob o sistema nervoso central, até efeitos sobre o metabolismo, controle hormonal, função cardíaca, digestiva, dentre outros, especialmente se utilizados sem orientação ou se o produto tiver qualidade duvidosa[12].
  • Desconhecimento técnico: muitos profissionais de saúde não recebem formação adequada em fitoterapia. Pesquisas identificaram que a indicação ocorre muitas vezes por automedicação, com base em experiências familiares ou pela mídia, sem respaldo profissional[13].
  • Dados revelam que uma proporção significativa de pacientes que usam plantas medicinais (79%) não teve orientação adequada, enquanto grande parte dos prescritores não está bem informada sobre os fitoterápicos disponíveis no SUS[14].
  1. Importância da comprovação de eficácia

Aspectos fundamentais

A questão sobre a comprovação da eficácia dos medicamentos foi discutida de forma muito intensa e controversa nas últimas décadas, sem um resultado definitivo. O dogma da força de comprovação exclusiva dos estudos duplo-cego, randomizados e controlados já foi abalado por Kienle (1977), mas nem por isso invalidado. Kiene (1994) retomou esse questionamento e retrabalhou sua dimensão teórica. Trata-se, por um lado, da tentativa de avaliar a ação de um medicamento, observado de forma isolada, em uma terapia, eliminando todas as outras interferências possíveis, e, por outro lado, da objetividade dos resultados.

A problemática científica do famoso efeito placebo baseia-se no fato de que o surgimento desse efeito ainda não foi bem esclarecido. Uma clássica e extensa descrição do efeito do placebo foi publicada por Kienle (1995).

No entanto, soa sensato valorizar a experiência terapêutica antes de se afirmar que alguma abordagem com fármacos é cientificamente robusta. Qualquer paciente esclarecido se sentirá menos seguro em submeter-se a um tratamento que se apoie apenas em resultados obtidos por estudos duplo-cegos, sem experiência alguma. Sobre a importância da experiência, Abraham Lincoln já dizia: “Pode-se enganar um pequeno número de pessoas por um longo tempo e um número grande de pessoas por um curto tempo”.

Veja bem, “é impossível enganar um grande número de pessoas por um longo tempo!” No campo da farmacoterapia pode-se traduzir como: o uso prolongado de um fármaco, constantemente solicitado pelos pacientes e prescrito pelos médicos, atesta a sua eficácia — mesmo sem ensaios duplo-cegos.

Na preparação da nova Legislação Alemã de Medicamentos (Deutschen Arzneimit-telgesetzes (AMGI), que vigora desde 1° janeiro de 1978, tendo sido revisada e complementada várias vezes, o Comitê de Preparação da Lei para a Juventude, Família e Saúde afirmou o seguinte, em seu relatório de 28/4/1976:

A eficácia dos fitoterápicos foi avaliada como segura ou suficientemente provável segundo pelo menos um dos critérios a seguir:

  1. A ação e a eficácia foram comprovadas através do registro em artigos de revisão respeitados, em manuais ou livros-texto de formação.
  2. Resultados em estudos controlados em comparação com placebo ou substâncias de referência.
  3. Provas clínicas documentadas, mas insuficientes para a recomendação de liberação; no entanto com resultados experimentais confirmatórios que apontem no mesmo sentido das provas clínicas.
  4. Material de conhecimento científico encontra-se disponível.
  5. Existem conhecimentos baseados na experiência prática e resultantes de observação, mas insuficientes para uma recomendação de liberação; no entanto, são conhecidos resultados convincentes de ensaios experimentais, observações ou indícios adicionais passíveis de avaliação.

Para a fitoterapia, a AMGI representa um ponto de virada também no sentido de uma terapia moderna, baseada em avaliações de acordo com critérios científicos.[15].

 

Conclusão

A fitoterapia é uma área legítima de atuação que une saberes tradicionais e avanços científicos, reconhecida no Brasil como prática integrativa. Pode oferecer benefícios em determinadas condições, desde que seus produtos sejam regulados e embasados em evidências, prescritos por profissionais qualificados.

Entretanto, não se deve substituir um medicamento convencional — com eficácia e segurança comprovadas — por um fitoterápico sem critérios clínicos e científicos claros. A automedicação, o uso sem orientação ou com produtos de qualidade duvidosa, e a falta de conhecimento técnico, expõem o paciente a riscos desnecessários. O ideal é que fitoterápicos sejam entendidos como complementares, não como substitutos, e utilizados dentro de um contexto clínico responsável.

 

 

 

Referências

  1. PORTARIA Nº 971, DE 03 DE MAIO DE 2006. Aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt0971_03_05_2006.html#:~:text=PORTARIA%20N%C2%BA%20971%2C%20DE%2003,no%20Sistema%20%C3%9Anico%20de%20Sa%C3%BAde.

 

  1. Devienne KF, Raddi G, Pozetti GL. Das plantas medicinais aos fitofármacos. Rev Bras Pl Medic. 2004; 6(3): 11-14. [https://repositorio.unesp.br/handle/11449/67754].
  2. Dias ECM, Trevisan DD, Nagai SC, Ramos NA, Silva EM. Uso de fitoterápicos e potenciais riscos de interações medicamentosas: Reflexões para prática segura. Ver Baiana Saúde Públ. 2017; 41(2): 297- 307. [https://doi.org/10.22278/2318 2660.2017.v41.n2.a2306].
  3. Abranches MV. Plantas Medicinais e Fitoterápicos: abordagem teórica com ênfase em nutrição. AS Sistemas; 2015. 149 p. ISBN: 9788565880015.
  4. Cechinel Filho V, Zanchett CCC. Fitoterapia avançada: uma abordagem química, biológica e nutricional. São Paulo: Artmed, 2020. p.216. ISBN-1 0 :6581335142.
  5. Neves TON. Principais interações entre medicamentos e as plantas medicinais e/ou fitoterápicos. Uberaba. 2019. 41p. Trabalho de Conclusão de Curso [Graduação em Farmácia] – Universidade de Uberaba. Uberaba. MG. 2019. [https://repositorio.uniube.br/handle/123456789/1618].
  6. Volker Fintelmann, Rudolf Fritz Weiss. Manual de Fitoterapia. 11ª edição. 3-7p.

 

  1. Rodrigues, José Manoel1, Fellipe, Ravel Leopoldino Duque1, Fernandes, Ravel Leopoldino Duque1. Impacto da farmácia  verde  de  Ipatinga  – MG  na  redução  das  prescrições  de  benzodiazepínicos  em unidades de saúde pública. Revista Fitos. Rio de Janeiro. 2024; 18(1): e1427 | e-ISSN: 2446-4775 | www.revistafitos.far.fiocruz.br

 

  1. ORIENTAÇÕES SOBRE O USO DE FITOTERÁPICOS E PLANTAS MEDICINAIS, no https://www.gov.br/anvisa/pt br/centraisdeconteudo/publicacoes/medicamentos/publicacoes-sobre-medicamentos/orientacoes-sobre-o-uso-de-fitoterapicos-e-plantas-medicinais.pdf; Acesso 14 de Agosto de 2025.

 

  1. Ministério da Saúde. Memento Fitoterápico (1ª edição), no https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/plantas-medicinais-e-fitoterapicos/arquivos/2016/memento-fitoterapico-1a-edicao.pdf/@@download/file; Acesso 18 de Agosto de 2025.
  2. Ralph Santos Oliveira1*, Waldeciro Colaço2, Simone Coulaud-Cunha3, Selma Rodrigues de Castilho4. Revisão sistemática em fitoterapia: padronização internacional de qualidade. Revista Brasileira de Farmacognosia Brazilian Journal of Pharmacognosy 17(2): 271-274, Abr./Jun. 2007

 

  1. Ruver-Martins, Ana Carolina1, Silva, Barbara Ribas da2. Interações medicamentosas entre medicamentos fitoterápicos e alopáticos: uma revisão de literatura sobre potenciais interações e suas manifestações. Revista Fitos. Rio de Janeiro. 2024; 18(1): e1629 | e-ISSN: 2446-4775 | www.revistafitos.far.fiocruz.br

 

  1. Leite et al. Avaliação do conhecimento e percepção de estudantes de farmácia sobre a fitoterapia em uma universidade pública, Brasil. Revista Fitos. Rio de Janeiro. 2024; Supl(2): e1508 | e-ISSN: 2446-4775 | www.revistafitos.far.fiocruz.br

 

  1. Melo DN, Celano RMG, Aoyama EM, Soares Neto JAR et al. Utilização das plantas medicinais e fitoterápicos na prática clínica de profissionais da saúde de Foz do Iguaçu, Paraná. Rev Fitos. Rio de Janeiro. 2024; 18(1): e1615. e-ISSN 2446.4775. Disponível em: <https://revistafitos.far.fiocruz.br/?journal=revista-fitos&page=article&op=view&path%5B%5D=1615>. Acesso em: 18/08/2025.

 

  1. Volker Fintelmann, Rudolf Fritz Weiss. Manual de Fitoterapia. 11ª edição. 11-13p.

 

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